segunda-feira, 4 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Homenagem a GE VANDERLÉIA , por Celso Mello
Homenagem a GE VANDERLÉIA (Celso Mello)
GE Vanderléia / Mini Saia - A 1ª locomotiva elétrica brasileira (1967)
No início dos anos 60, o governo de São Paulo ainda investia na eletrificação de suas ferrovias. Mas apesar dos investimentos ainda faltavam locomotivas, sendo essas na maioria das vezes importadas, com alto custo.
Em 19 de fevereiro de 1963 o então governador do estado de São Paulo, Adhemar de Barros, assinou decreto autorizando o fornecimento de novas locomotivas elétricas para a E.F. Sorocabana. Essa resolução também incluía a fabricação de novas unidades para a Companhia Paulista de Estadas de Ferro. Em 10 de novembro de 1964 foi assinado o contrato de fornecimento com a General Electric do Brasil. O Brasil estava fabricando sua primeira locomotiva elétrica com indíce de nacionalização de 100% desde o projeto até a pintura. Um marco para a então engenharia ferroviária brasileira.


A primeira unidade foi entregue para a Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 19 de maio de 1967 nas instalações da G.E. em Boa Vista, sendo que as demais foram entregues até 1968.

Inauguração solene das locomotivas elétricas série 2100, fabricadas no Brasil pela General Electric em Campinas, cerimônia que contou com a presença do então Governador Abreu Sodré (notem o homem atrás do governador Abreu Sodré. Seria Claúdio Lembo?).

Na Estação da Luz

Nos 100 anos da Companhia Paulista

No famoso Trem Azul da Companhia Paulista

Série 350 (Companhia Paulista de Estradas de Ferro)
Série 6350 (Ferrovia Paulista S/A FEPASA)

6350 (350)




6351 (351)



6352 (352)

6353 (353)


6355(355)

6356(356)

6357(357)

6359 (359)



Série 2100 (Estrada de Ferro Sorocabana)
Série 2100 (Ferrovia Paulista S/A FEPASA)

2101

2102


2106

2108

2109


2111

2112

2113



2114
2115

2116

2117

2120

Em 19 de fevereiro de 1963 o então governador do estado de São Paulo, Adhemar de Barros, assinou decreto autorizando o fornecimento de novas locomotivas elétricas para a E.F. Sorocabana. Essa resolução também incluía a fabricação de novas unidades para a Companhia Paulista de Estadas de Ferro. Em 10 de novembro de 1964 foi assinado o contrato de fornecimento com a General Electric do Brasil. O Brasil estava fabricando sua primeira locomotiva elétrica com indíce de nacionalização de 100% desde o projeto até a pintura. Um marco para a então engenharia ferroviária brasileira.
A primeira unidade foi entregue para a Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 19 de maio de 1967 nas instalações da G.E. em Boa Vista, sendo que as demais foram entregues até 1968.
Inauguração solene das locomotivas elétricas série 2100, fabricadas no Brasil pela General Electric em Campinas, cerimônia que contou com a presença do então Governador Abreu Sodré (notem o homem atrás do governador Abreu Sodré. Seria Claúdio Lembo?).
Na Estação da Luz
Nos 100 anos da Companhia Paulista
No famoso Trem Azul da Companhia Paulista
Série 350 (Companhia Paulista de Estradas de Ferro)
Série 6350 (Ferrovia Paulista S/A FEPASA)
6350 (350)
6351 (351)
6352 (352)
6353 (353)
6355(355)
6356(356)
6357(357)
6359 (359)
Série 2100 (Estrada de Ferro Sorocabana)
Série 2100 (Ferrovia Paulista S/A FEPASA)
2101
2102
2106
2108
2109
2111
2112
2113
2114
2115
2116
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Esqueci de dizer que essa locomotiva recebeu 3 apelidos:
Vanderléia também chamada de Vandeca (por causa da então jovem cantora da jovem guarda)

Mini- Saia e Toco por causa do pequeno tamanho da locomotiva comparada com a EP-4 (V-8) e com a Russa da antiga CPEF e da GE 2000 (Loba) da EFS.
Vanderléia também chamada de Vandeca (por causa da então jovem cantora da jovem guarda)
Mini- Saia e Toco por causa do pequeno tamanho da locomotiva comparada com a EP-4 (V-8) e com a Russa da antiga CPEF e da GE 2000 (Loba) da EFS.
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O sonho de menino....
Enfim realizei um sonho de infância, o de construir e controlar uma ferrovia e locomotivas, para muitos parece loucura, para outros dinheiro jogado fora, e tem até alguns que acham que é pura perda de tempo.... mas sómente quem vive este hobby sabe o que é a paixão por isto.Obrigado pela visita e até breve.
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ADVERTÊNCIA
A construção de uma maquete pode ser considerada uma atitude de extrema responsabilidade e risco. Ninguém fora do meio ferreomodelístico vai apoiá-lo, seus parentes e amigos vão tirar sarro, sua sogra vai encher o saco e falar que você podia gastar seu tempo e dinheiro com algo para a filha dela, os filhos vão querer mexer em tudo, inclusive nas locomotivas mais caras, sem contar seu cachorro que vai urinar nos pés do tablado e sem falar na sua esposa que vai pensar que casou com uma criança grande e reclamar o tempo todo que você dá mais atenção a maquete do que à ela, reclamar do dinheiro que você gasta com isso e arrumar algum sofá ou guarda roupa para colocar no lugar da maquete, e a faxineira nem se fala, vai jogar fora o que estiver na sacolinha amarrado embaixo da maquete, vai colocar balde com água, vassoura, rodo, cadeira tudo em cima maquete e sem contar que vai varrer para o lixo todas as micropeças que você deixou cair no chão e ainda não teve tempo de procurar.Depois você começa a receber os amigos para rodarem os trens na sua maquete e apreciar seu belo trabalho, ai vem a esposa e reclama que a casa está bagunçada e isso e aquilo e para quem sobra a faxina?.Portando pensem bem o que fizerer será por sua conta e risco. O primeiro risco é levar chute da esposa e ter que viver na maquete, ou embaixo dela, ou sabe lá onde. O dinheiro gasto pode não ser muito, mas se sua esposa descobrir, já era, tudo que investiu na maquete vai ter que gastar com advogado, portanto tome cuidado, principalmente onde você esconde as caixas dos trens novos, que óbvio comprou sem ela saber.A sujeira provocada é proporcional ao tamanho da maquete, e com certeza é você que vai limpar, juntamente com o resto da casa.Caso você note que sua esposa também está construindo algo, algo parecido com uma forca, interrompa tudo e compre flores, chocolates e pinte a casa.Obrigado pela visita e volte sempre.
Contato ferreoho@gmail.com
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